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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Coleção Caminhadas Completa em PDF no sitio do Observatório de Favelas (RJ)

Segue a boa noticia!

Para quem não conhece, como produto do Programa Conexões de Saberes, a coletânea "Caminhadas" conta a trajetória de jovens das periferias de todo o Brasil até chegarem à universidade.

danilo, feop/se

sencenne coord. geral

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Querid@s!

Já estão disponíveis no sitio do Observatório de Favelas todos os exemplares da Coleção Caminhadas. Peço desculpas pelo atraso.

Abraços,

Francisco Marcelo

Mestrando em Educação - UFF

Bolsista IFP - Fundação Ford

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Prés Populares – Fórum de Educadores Populares

Para quem se destina nossa militância?

Considerando os números registrados pelo Ministério de Educação (MEC), iremos observar que ao longo dos últimos anos houve um aumento acentuado no número de matrículas, e, para exemplificar, podemos considerar apenas o ensino médio, onde os dados oficiais apontam um aumento superior a 100%, relativo ao período de 1996 a 2006. No Estado do Rio de Janeiro, o total de crianças e jovens cursando o período escolar chegou a 726,726 mil, número este, a qual o Estado considera em sua totalidade, que mais de 95% de crianças e jovens em idade escolar encontram-se incluídos no processo escolar.

Contudo, ainda que no decorrer dos últimos anos, o número de inscrições no ensino público demonstrou um aumento acentuado, seja em instituições municipais, estaduais ou federais. Ainda assim, tais dados não podem ser levados em consideração se não forem contextualizados com as condições precárias na qual se encontra o ensino público, pois uma interpretação equivocada pode gerar uma série de aberrações históricas.

Para nós, do Fórum de Educadores, o processo de sucateamento e dilapidação do ensino público é uma política de caráter estratégico por parte da burguesia visando consolidar o processo de privatização do ensino. Neste sentido, a tática utilizada pelo Estado é propagandear e difundir as condições precárias que se encontra a rede estadual e municipal de ensino, a falta de professores, instalações insalubres, a ausência de esgoto e água potável em inúmeras escolas, a ausência de instrumentos pedagógicos para auxiliar o aprendizado (bibliotecas, laboratórios, auditórios...); enfim, condições estas de suma importância para que se desenvolva um bom aprendizado.

Este receituário tem sido uma prática bastante peculiar em relação à opinião publica para implementar os seus interesses de repassar o ensino público para as mãos de instituições privadas, como o caso das O.S.s1 no governo de Eduardo Paes, no Rio de Janeiro.

Ora, se o desmantelamento da rede municipal e estadual é um fato incontestável, na rede federal não podemos dizer o mesmo, os Colégios de Aplicação (CAPs) são centros de excelência, com verbas volumosas encaminhadas pelo governo federal, que favorecem um bom aprendizado, com bibliotecas atualizadas, laboratórios com equipamentos de última geração, ensino em tempo integral, professores com exclusividade de tempo e com remuneração acima da média, ou seja, um ambiente bastante propício para um estudo prazeroso. Porém, essas instituições federais restringem-se a poucos, já que o seu acesso, ora de dá por concursos ou através de sorteios, que em muitos casos, é um processo viciado. Nesse sentido a imensa maioria da população desconhece as datas de inscrições, além da falta de condições financeiras que impossibilitam realizar a inscrição que lhe dará direito ao sorteio. Em suma, para a classe média, a burguesia proporciona condições confortáveis para o seu pleno desenvolvimento, já que os mesmos são potenciais consumidores de novas tecnologias do mercado.

Portanto, podemos chegar a conclusão de que, mesmo que os números ultrapassem a margem de 95% de “inseridos” no processo educacional, para nós do Fórum, nada representa, pois o acesso a informação e o conhecimento continuam restritos a poucos.

Ora, que poucos são estes que estamos falando?

Se levarmos em consideração que 4/5 da humanidade são vistos como descartáveis para o capital, concluímos que as condições de uma vida prazerosa restringiram-se a poucos. Estes detêm 85,2% da riqueza mundial e desfrutam de mais de 97% dos bens de consumo produzidos pela humanidade, enquanto que, o proletariado detém somente 1% da riqueza global.

Portanto, como podemos observar que a vida foi reduzida a poucos, enquanto milhares de seres humanos têm suas vidas usurpadas diariamente, e os que sobrevivem a este massacre, estão condenados a uma vida de miséria.

E nós, de que lado estamos?

Nós, do fórum, não visualizamos nenhuma dicotomia e nenhum disparate por parte do Estado nas condições oferecidas que condicione um desenvolvimento pleno do aprendizado, visto que, ao proletariado, constituem-se condições subumanas e de difícil acesso a informação, pois o objetivo é torná-lo passivo e subserviente, para melhor atender aos interesses do capital, portanto, a educação é um instrumento utilizado para disciplinar a classe proletária, e para isto, o conhecimento é posto fora de alcance. E esta lógica caminha concomitante a vários outros instrumentos, como os meios de comunicação e o próprio Estado, de forma articulada, visando a perpetuação da classe dominante no poder.

Em suma, o projeto político pedagógico de educação popular deve ser um instrumento para contrapor este modelo de produção repressivo e explorador, voltado para atender aos indivíduos que constituem a classe proletária, e tem a função de promover a consciência crítica através da socialização do conhecimento, formando nossa identidade como classe, ou seja, uma educação emancipadora e difundida a partir do convívio social. Estamos, portanto, do lado da nossa classe, o proletariado2

Sendo assim, é fundamental que nosso projeto seja construído tendo como base o ser humano e o estudo das interações sociais, que definem o indivíduo, ou seja, ter conhecimento de sua realidade e as condições sociais existentes, para então, promover um processo de formação sustentável que vise à transformação da sociedade. O que requer compromisso, pois temos que ter a consciência de que esta construção se dará em longo prazo, contudo, não devemos nos conformar e incorporar esta premissa para prolongar nosso projeto. Se faz necessário e urgente nos posicionar. Neste sentido a educação popular deve ser pensada como forma contínua de aprendizado, ou seja, educação é a própria vida do ser humano, e com isto, deve possibilitar que o proletário se reconheça com sujeito principal na construção da história da humanidade, para a partir deste ponto, posicionar-se frente a este sistema perverso e por fim a exploração do homem pelo homem.

José Roberto Magalhães e Marlana Rego Monteiro dos Santos
Prés Populares – Fórum de Educadores Populares

1. O.S.s – Organizações Sociais...

2. Para os marxistas, existem duas classes sociais autônomas políticamente no modo de produção capitalista: a burguesia, constituída pelos donos dos meios de produção e o proletariado, constituído pelos trabalhadores que fabricam mercadorias a partir da venda da sua força de trabalho. Vale ressaltar que a venda da força de trabalho não está limitada a venda para um empresário capitalista, um pequeno proprietário de terras ou de comércio permanece vendendo sua força de trabalho apesar de não possuir um chefe e ser dono dos meios de produção ou detentor do capital intelectual que está utilizando em seu trabalho. Fonte: Wikipédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Classe_trabalhadora).


sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

A inserção de estudantes de origem popular nos encontros de história

Para: FEMEH – Federeção do Movimento Estudantil de História

06/12/09


O FEOP (Fórum de Estudantes de Origem Popular) é um espaço de discussão e proposição no que tange às questões que envolvem acesso e permanência de estudantes de origem popular (eop's) na universidade pública brasileira. O Fórum congrega em sua maior parte estudantes dos cursos de Licenciatura, inclusive História. Não por coincidência, mas porque em sua maioria, as/os estudantes de origem popular se concentram nos são cursos de menor concorrência no vestibular e, infelizmente, menor pretígio social e remuneração.

Outras características das/os eop's é serem a primeira geração de universitaŕias/os na família; são oriundos/as de espaços populares (periferia, favela, zona rural, entre outros); valorização do saber não-científco; e baixa renda familiar que reflete na dificuldade econômica de se manterem na universidade (transporte, cópia, impressões, alimetação, etc). Neste ponto, se destaca a assistência estudantil1.

Apesar de ser um direito e de ser essencial a muitos estudantes, a assistência estudantil é tratada como assitencialismo e com grande descaso pelos gestores e gestoras das universidades. Mesmo com a luta histórica do movimento estudantil para a efetivação de direitos como casa de estudantes, restaurante universitário, ônibus, copiadora, creche etc, esses direitos nem sempre são garantidos e quando o são é preciso uma luta permanente para mantê-los com qualidade.

Paralelamente, a educação universitária não se limita aos muros da universidade. A participação em atividades extra-curricular como a pesquisa, a extenção, cursos complementares e o movimento estudantil é importante para a formação cidadã e profissional de todos e todas estudantes.

Neste sentido, o Fórum de Estudantes de Origem Popular trás a proposta para a Federação do Movimento Estudantil de História que nos encontros estudantis de história as e os estudantes de origem popular tenham isenção na taxa de inscrição do referente encontro e assim, condições de acompanhar e participar cada vez mais de sua realidade acadêmica e do movimento estudantil, democratizando – de forma prática – o ensino superior2.

O Movimento Estudantil de História – que há muito denuncia a elitização do ensino superior e propõem uma universidade voltada para a classe trabalhadora – não pode se furtar de fazer uma autocrítica e refeltir sobre as diversas medidas de ações afirmativas3 que as universidades brasilieras tem adotado afim de garantir às/aos estudantes de origem popular o direito de cursar e concluir com qualidade o ensino superior. Não será só com discussões, mas com práticas cotidianas que construiremos uma universidade popular e uma sociedade igualitária.


Cordialmente

Danilo Kamarov

Representante nacional do Feop

feop.blogspot.com / feopbrasil@gmail.com


1 Assistência estudantil é um conjunto de princípios e diretrizes que norteiam a implantação de ações para garantir o acesso, a permanência e a conclusão de curso dos estudantes das IFES, na perspectiva de inclusão social, formação ampliada, produção de conhecimento, melhoria do desempenho acadêmico e da qualidade de vida. (Art. 1º , Da Definição e dos Princípios, Cap. I da Proposta de Resolução do Conselho Universitário que estabelece a política de assuntos estudantis da Universidade Federal de Uberlândia – UFU).

2Ver no anexo propostas para efetiva a isenção.

3 As Ações afirmativas constituem medidas especiais e temporárias que buscam remediar um passado discriminatório, objetivam acelerar o processo com o alcance da igualdade substantiva por parte dos grupos socialmente vulneráveis, como as minorias étnicas e raciais, entre outros grupos. (Flávia Piovesan, 2004).



ANEXO 1


PROPOSTA PARA EFETIVAR A ISENÇÃO DE ESTUDANTES DE ORIGEM POPULAR NOS ENCONTROS DE HISTÓRIA


Alguns elementos para nortear a política de isenção:


a) O período de isenção será divulgado e realizado com antecedência.

b) Terá direito à isenção o/a estudante que comprovar mediante declaração da instituição de ensino superior ou da respectiva entidade estudantil representativa na qual reconhece o/a estudante como beneficiária de politica de assistência estudantil ou de ação afirmativa.

As entidades podem ser o FEOP e a SENCE; o Conselho de Residêntes, Associação de Casas de Estudantes, a Pró-reitoria de Assuntos Estudantis, o Departamento Universitário ou órgão institucional equivalente.


quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

IV Seminário Local do Programa Conexões de Saberes e Escola Aberta da UFC

Acontecerá no campus do PICI no dia 21 de dezembro de 2009 no auditório da PROGRAD (biblioteca central).
Com o tema CONSTRUINDO NOVOS CAMINHOS, teremos uma mesa e uma palestra sobre "Alimentação para uma sociedade sustentável".

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Enviado pela lista do conexoesbrasil por Arneide
danilo feop/se
sencenne coord. regional

terça-feira, 10 de novembro de 2009

III Feop RJ - Trabalhos aprovados


III FEOP RJ 2009 – Lista de trabalhos

1- Eixo: Identidade, gênero e diversidade

  • Identidade dos Alunos do Cursinho Pré-Vestibular: Programa Conexões de Saberes da UFMS - Campus Do Pantanal

Autora: Jussara Silva dos Santos
E-mail: jussarinha_23@hotmail.com

Instituição: UFMS


  • A construção da identidade de cor e raça nos territórios marginalizados do Rio de Janeiro – Notas

Autor: Breno do Nascimento Gonçalves Mendes
E-mail: brenomendes@gmail.com

Instituição: IPEAFRO e Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro


2- Eixo: Ações Afirmativas

  • Cursos pré-vestibulares Comunitários: novos atores sociais, antigas reivindicações

Autor: Élson Luiz Barbosa Filho
E-mail: elbfilho@gmail.com

Instituição: Unirio


  • Conexões de Saberes e o Programa de Ações Afirmativas na UFSC

Autoras/or: Amanda Alessandra Valinkevicius
E-mail: valink@ig.com.br

Cristiane Lucy Machado
E-mail: crys_tiane22@hotmail.com

Gabriel Bedin Slevinski

Laura Paola Ramos Alves
E-mail: jannisdylan@hotmail.com

Monique Nicoli Costa
E-mail: monique_nicoli@hotmail.com

Tatiana Dos Reis Calixto
E-mail: tattyrcalixto@hotmail.com

Instituição: UFSC


  • Projeto Conexões de Saberes: Território Museu Comunitário da Lomba do Pinheiro, Porto Alegre

Autoras/es: Camila Albani Petró

Daniele Espíndola de Oliveira

Israel Barros Moreira

Marta Helena Rosa de Assis
E-mail:
martahelena_assis@hotmail.com

Rafael Mônaco Papageorgiou

Tatiane Aparecida Garrido

Instituição: UFRGS


3- Eixo: Política Pública Educacional

  • O Impacto do Ingresso dos Estudantes de Origem Popular na Universidade Federal de Sergipe

Autoras/es: Agnaldo dos Santos

Alizete dos Santos

Bruno da Silva Santana
E-mail: danilokamarov@gmail.com

Catia Matias dos Santos

Helenilza Joelma da Costa Santos

José Leidivaldo de Oliveira

Tiago do Rosário

Instituição: UFS



Atenciosamente
Comissão Organizadora

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Blog Residentes da UFRN - Residência Universitária

Divulgamos aqui o blog de Residentes da UFRN. Muito bacana mesmo, textos, videos e noticias. Segue abaixo uma mensagem bem interessante.

Movimentos sociais na Residência Universitária

Com o intuito de uma melhor formação política e um pensamento crítico a cerca das informações e acontecimentos que são cada vez mais rápidos, decorrentes da revolução tecnológica e cientifica do século XXI, estamos desenvolvendo o movimento denominado, “Movimentos sociais na Residência Universitária”. Além do intuito de formação política temos o objetivo de desenvolver nos estudantes de origem popular, os Residentes, uma maior identificação com a Residência Universitária.

Esse Movimento que teve início no dia 24/09 na Residência Campus II e contou com a participação do ex-residente e hoje Pró-Reitor de Extensão Cipriano Maia teve uma ótima participação e foi bastante proveitoso. Ele nos relatou fatos históricos ocorridos no período em que foi residente. Podemos perceber que outrora a Residência fora o lócus do movimento estudantil, um lugar de extrema efervescência política, coisa que hoje não conseguimos mais enxergar.

Na noite do dia 08/10, tivemos mais um encontro, desta vez com o ex-residente e hoje Profº. Do Departamento de Ciências Sociais, Alex Galeno, que nos presenteou com uma fala muito boa a cerca dos movimentos sociais e em específico os movimentos na Residência. Tivemos a oportunidade de conhecer as lutas do passado, e percebermos que algumas das nossas lutas ainda permanecem, como por exemplo, a luta pelas residências campus III e IV. Ver a possibilidade de depois de muitos anos esse projeto está se tornando realidade nos remete a importância de se ter em 2010 a continuidade de um governo de esquerda, pois sabendo que o Reuni é uma política de governo sua permanência depende substancialmente da continuidade desse governo.

Por fim convidamos todos os companheiros/as para se integrarem a essas discussões que só nos proporcionam benefícios e que muito contribui para nossa formação política, social, pessoal e profissional. Convidamos todos a estarem participando de forma veemente dos assuntos das Residências, para que só assim possamos formar uma identidade e uma capacidade crítica de observação dos acontecimentos que nos circundam.


Luiz Gomes – Pedagogia, UFRN

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danilo, feop
sencenne coord. regional

terça-feira, 3 de novembro de 2009

IV Seminário PCS Unirio 05/11

IV Seminário Local do Programa Conexoes de Saberes - Unirio (RJ)
DATA: 05/11 (quarta) 13h
LOCAL: Auditório Vera Janacopulos (prox. reitoria)


Programação Oficial:
IV Seminário Local do Programa Conexões de Saberes-UNIRIO.

Tema
”DESAFIOS DA PERMANÊNCIA ESTUDANTIL NA UNIVERSIDADE PÚBLICA”

13:00 –Credenciamento.
Abertura com Hino Nacional.

14:00- Mesa de Abertura.
Mediadora: Chaiene Cruz de Oliveira- Representante dos Bolsistas
Profº Diógenes Pinheiro- Coordenador do Programa Conexões de Saberes;
Profº Luciano Pires Maia- Pró-Reitor de Extensão e Cultura;
Joyce Dias do Nascimento- Representante do FEOP-Unirio;

14:30- Mesa: “Um Balanço das Políticas de Permanência Estudantil das IFES Fluminense.”
Mediadora: Profº Maria Elena Viana Souza.
Convidados:
Profª Mônica Valle de Carvalho-Responsá vel pela Assistência Estudantil da UNIRIO;
Profª Telma Fernandes B.Gil – Assistente Social da Divisão de Assistência ao Estudante- DAE/Pró-Reitoria de Graduação da UFRJ;
Profª Jovina Maria de Barros Bruno –Diretora do Departamento de Assuntos Comunitários da UFF.

16:00- Mesa: “Caminhada reflexiva do sucesso dos Estudantes de Origem Popular na UNIRIO”.
Mediadora: Profº Luciana Campos Golarte.
Convidados: ex-bolsistas do Programa Conexões de Saberes
Profº Antônio Angirlúcio de Oliveira- Historiador
Fabíola Estrela Dias – Museóloga
Francisco de Paula Araújo – Bibliotecário

16:30- Atividade Cultural: Trindalata- grupo de percussão em lata de São Gonçalo

17:30- Lançamento do Livro “CAMINHADAS-PCS/ UNIRIO”

18:00- Encerramento com um coquetel.

OBS: Os pôsters de todos os bolsistas que já apresentaram deverão estar expostos!

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Queria muitchão tá nesse =)

Enviado por Sabrina do Feop-Unirio
Danilo, feop/se

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

III FEOP RJ - Programação


PROGRAMAÇÃO

Dia 20/11/2009 – Sexta-feira

08:00 - Credenciamento

09:00 – 09:30 – Mesa de Abertura
Ministro João Paulo Reis Velloso – Fórum Nacional
Profa. Leonor Araújo – SECAD/MEC (à confirmar)
Profa. Elisa Larkin – IPEAFRO
Prof. Diógenes Pinheiro – Programa Conexões de Saberes/UNIRIO
Profa. Carmen Teresa Gabriel - Programa Conexões de Saberes/UFRJ (à confirmar)
Prof. Jailson de Souza e Silva – Observatório de Favelas RJ
Profa. Olívia Chaves - Programa Conexões de Saberes/UFRuralRJ
Prof. Bruno Santana – Representante Nacional - FEOP


09:30 às 10:00

Conferência de Abertura – “Desenvolvimento e Inclusão: a importância do Ensino Superior”

Ministro João Paulo Reis Velloso – Fórum Nacional

10:00 às 12:00 – Mesa: Cotas estigmatiza! Mito ou realidade?
Profa. Leonor Araújo – SECAD/MEC (à confirmar)
Profa. Elisa Larkin – IPEAFRO
Profa. Maria Elena – UNIRIO
Profa. Andréa Costa – UNIRIO

12:00 às 14:00 – Almoço

14:00 às 17:00 – Exposição dos Trabalhos (Pôsteres)

14:00 às 16:00 – Mesa: Ações Afirmativas nas IFES: agenda propositiva dos Movimentos Sociais
Prof. Alexandre Nascimento – PVNC
Bruno Santana – FNEOP
Fórum de Educadores Populares (à confirmar)
Coletivo Sankofa (à confirmar)


Dia 21/11/2009 – Sábado

09:00 às 12:00 - Grupos de Discussão

Tema Norteador - Cota Estigmatiza! Mito ou realidade?

12:00 às 14:00 – Almoço


14:00 às 16:00 – Plenária Final


Dia 22/11/2009 – Domingo

09:00 – 12:00 – Atividade Cultural – Turismo Étnico pelo Centro do Rio de Janeiro

Coordenação Executiva


Fórum de Estudantes de Origem Popular – RJ
Tel: (21) 8156-5790 / 98467440 / 94111918
E-mail: feopbrasil@gmail.com / feopbrasil@yahoogrupos.com.br

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

III FEOP RJ (20 a 22/11/09) Edital de submissão de trabalhos

Fórum Nacional de Estudantes de Origem Popular
Clique para baixar o
EDITAL DE SUBMISSÃO DE TRABALHOS

III Encontro do Fórum de Estudantes de Origem Popular – FEOP
“Cota Estigmatizada! Mito ou realidade?”

A Comissão organizadora torna público o procedimento de inscrição para submissão de trabalhos a serem expostos nos dias 20 e 22 de novembro de 2009.

O Fórum Nacional de Estudantes de Origem Popular é uma iniciativa dos bolsistas e ex-bolsistas do Programa Conexões de Saberes – diálogos entre a universidade e as comunidades populares. Busca-se através deste espaço pensar, propor e avaliar políticas de acesso e permanência para estudantes de origem popular nas universidades públicas brasileiras. A construção de uma rede sociopedagogica formada por Movimentos Sociais, Atores e Autores sociais que possam contribuir para a formulação dessas políticas públicas de ação afirmativa. Assim sendo, a apresentação dos trabalhos neste espaço deverão decorrer sobre os seguintes temas: movimentos sociais; espaços populares, estudantes de espaços populares e universidades.

Os trabalhos a serem submetidos devem ser na forma de resumo expandido elaborados em português. O resumo deverá destacar um dos eixos temáticos citados abaixo, que se relacionam ao tema central do Encontro:

1) Identidade, gênero e diversidade;

2) Ações Afirmativas;

3) Racismo, preconceito, discriminação e Ações Afirmativas;

4) Política Pública Educacional.


NORMAS GERAIS PARA ELABORAÇÃO

A - FORMATAÇÃO BÁSICA

Usar editor de texto Word for Windows, papel A4, margens superior e esquerda de 3cm, inferior e direita de 2cm, fonte Times New Roman, tamanho 12 para o texto e 10 para as citações longas e notas de rodapé. Parágrafo com 1,25 na primeira linha. Espaço entrelinhas 1,5.
Título: Centralizado, maiúsculo, negrito e tamanho 14.
Autores: Colocar após o título. Nome, seguido de sobrenome, em letras minúsculas com alinhamento à direita. Cada nome deve ter uma nota de rodapé com numeração onde deverá constar a formação, titulação, instituição de origem e endereço eletrônico. O autor deverá estar inscrito no III Encontro do Fórum de Estudantes de Origem Popular.


B - RESUMO EXPANDIDO

Deve conter até 2 páginas. Deverá ser apresentado contendo o tema central do trabalho, objetivos, metodologia, resultados, principais conclusões e referências bibliográficas. Deverá ser digitado em espaço 1,5 e fonte tamanho 12.


C - PRAZO E FORMA DE ENVIO DE TRABALHOS

Os trabalhos devem ser enviados on line no endereço feopbrasil@gmail.com até a data-limite de 25 de outubro de 2009, assim que efetivar sua (acessar ficha de inscrição no blog FEOP - (http://feop.blogspot.com). Na ficha de inscrição não se esqueça de indicar o eixo temático do trabalho.
Os resumos inscritos serão analisados e a listagem com o resultado estará disponível no blog, a partir de 06 de novembro de 2009, com título dos trabalhos aceitos e nome dos autores. As cartas de aceite dos trabalhos aprovados serão enviadas por email nos dias 07 e 08 de novembro.


D - REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Inserir aqui as referências bibliográficas em fonte Times New Roman, em corpo 11 (onze), com espaçamento simples entre as linhas. As referências bibliográficas, no fim do trabalho, devem ter os dados completos e seguir as normas da ABNT para trabalhos científicos
De acordo com o espaço disponível para o evento, serão selecionados até 20 trabalhos a serem expostos em forma de pôster.


E – PARA ORGANIZAÇÃO DO PÔSTER

Os textos devem ser legíveis a uma distância mínima de um metro. Não é obrigatória a impressão em plotter, mas o pôster deve possuir características de um cartaz. Tamanho: largura de 90 cm e altura de 100 cm
Deve constar:
1. Cabeçalho (nome do autor e co-autor, instituição e e-mail);
2. Fundamentação teórica,
3. Citações de trabalhos prévios e outras informações importantes;
4. Procedimentos metodológicos;
5. Resultados;
6. Conclusões;
7. Referências e bibliografia.

É permitida a utilização de figuras, tabelas, fotos, gráficos e esquemas possíveis, que são mais bem apresentados com uma dimensão mínima de 20 cm por 25 cm.
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Enviado pelo Comissão Organizadora do III FEOP RJ
danilo feop

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Estudantes e movimentos sociais reivindicam campus no sertão sergipano

Estudantes e movimentos sociais reivindicam campus no sertão
Ato ocorreu na manhã desta terça, 18, no auditório da UFS
18/08/2009 - 14:51

Representantes de coletivos sociais pedem urgência na implantação do projeto

Debater a convivência com o semi-árido a partir do acesso da população à educação e resgate cultural do povo sertanejo. Essa foi a motivação de jovens e movimentos sociais para reivindicar a implantação de um campus da Universidade Federal de Sergipe (UFS) no sertão sergipano, em ato ocorrido na manhã desta terça, 18, no auditório da UFS.

O projeto prevê implantação do novo campus no município de Nossa Senhora da Glória, visando atender ao médio e alto sertão sergipanos. Dessa forma, o acesso ao ensino superior contribuiria para a formação dos filhos de agricultores e camponeses sertanejos, que dificilmente conseguem se deslocar para a capital a fim de continuar os estudos.

Vice-reitor defende a importância do novo campus

O vice-reitor da UFS, professor Angelo Antoniolli, afirma que o modelo pedagógico proposto para a unidade de Nossa Senhora da Glória é diferente, integrando e envolvendo o aluno com as comunidades locais. "É preciso perceber que essa universidade está sendo construída para suprir o desejo de uma sociedade. Temos que oportunizar aos alunos de escolas públicas os cursos condizentes com a realidade em que vivem, organizando para que seja uma universidade do povo, e não de uma fatia da sociedade".

O coordenador geral da Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social (Enecos), Vinícius Oliveira, graduando de Comunicação Social da UFS, afirma que não basta apenas o campus ser construído: "Precisamos também de condições de estudo e que a universidade esteja afinada com a necessidade de se fazer pesquisa e extensão".

O ato reuniu, também representantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), Movimento dos Trabalhadores Urbanos Sem Teto (Motu), Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), grêmios estudantis, coletivo Articulação no Semi-Árido Brasileiro (ASA), associação de pescadores e de jovens, Pastoral da Juventude do Meio Popular, e deputados estaduais.

Realidade da comunidade do semi-árido

A escassez de chuvas durante a maior parte do ano, a falta de políticas públicas e a desigualdade social faz com que a juventude do sertão não tenha condições para continuar os estudos. "O jovem não tem acesso à educação, à saúde e ao lazer. Para conseguir viver ele precisa sair de onde vive e vir para a capital", diz Fabio Andrey, representante do MST.

"O filho do agricultor não deve perder a sua origem e a sua identidade cultural. O que é difícil é conseguir romper com a concentração de renda e terras na região. Aos poucos o sertão está se desenvolvendo, e a universidade tem que estar dentro disso".

Desejo antigo

A mobilização para a construção do novo campus começou em 2005, resultando num projeto criado pela reitoria da universidade em sua segunda gestão. Alguns dos cursos a serem criados serão: Medicina Veterinária, Engenharia Florestal, Agronomia e cursos na área de licenciatura.

A próxima reunião sobre a reivindicação do campus será realizada em Porto da Folha no dia 9 de setembro. Segundo Bruno Balbino, representante do coletivo Juventude do Campo e da Cidade do Alto do Sertão, a reunião tentará articular parlamentares da bancada federal e estadual para discutir a implantação da proposta de um hospital veterinário na região do sertão.

Por Marianne Heinisch e Aldaci de Souza
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danilo, feop/se

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Pra fazer Conexões

Olá colegas conexistas e militantes do feop! Saudades de todos e todas =)

Com o lançamento do Edital do Conexões 2009 temos a tarefa de repensar o programa conexões de saberes. Como apontei no e-mail anterior, este edital vem como um grande problema que é deixar explícito o não pagamento de bolsa para estudantes e coordenação. Tem outras contradições, mas esta é a fundamental, pois descaracteriza o Conexões como programa de permanência!

Semana passada, durante os dias 30 e 31 de julho na UFBA (Salvador/Bahia), Pró-reitores, técnicos, professores, coordenadores e estudantes da região nordeste; mais FEOP e Observatório de Favelas(RJ) se reuniram para discutir o Edital do Conexões 2009. Concordando enfaticamente que este edital não contempla os objetivos do Conexões e que inviabiliza na prática a execução efetiva do programa (tanto para estudantes quanto para professoras/es), passamos então a discutir soluções e estratégias para chamar a atenção e quem sabe solucionar este impasse.

Ao final, depois de muita discussão, escrevemos o texto abaixo que chama a atenção da Secad/MEC, dos pró-reitores de extensão, decano(a)s, demais coordenadores/as e estudantes para esta questão.

Sendo assim, é importante que todos e todas nós estudantes acompanhemos urgentemente esta discussão e mais ainda discutamos imediatamente com nossas coordenações este documento. Ainda está sendo feita por parte da Secad tentativas de solucionar este problema, por exemplo, tentando aprovar a Lei de Extensão. O Forproex – Fórum de Pró-Reitores de Extensão solicitou que o Edital indicasse a possibilidade de se trabalhar com a Lei de Estágio. Então temos ao menos estas duas alternativas. Mas isso não pode nos levar a aceitar o Edital como está, pelo contrário, precisamos nos posicionar sobre o Edital.

Quanto mais Conexões apoiando este documento, maior a nossa chance de termos o Edital reformulado na forma que compreendemos o Conexões. Como representante do FEOP, e diante das discussões que há muito temos acerca do atraso de bolsas e do protagonismo das/os bolsistas, indiquei o posicionamento de nós estudantes contrário a este edital. Queremos sim que o Conexões continue, mas da forma proposta não nos contempla.

É muito importante que todos os conexões locais, estudantes, técnicas/os e coordenação, discutam e se concordarem assinem o documento abaixo. Uma atitude passiva ou omissa só enfraquecerá nossa ação neste momento. É importante demonstrarmos unidade na defesa do Programa Conexões de Saberes com um programa de permanência.

Que tenhamos sempre em mente a defesa do Conexões. Que o Edital seja um avanço não só na institucionalização do Programa Conexões de Saberes, mas também na afirmação de políticas públicas de permanência qualificada e continuada dos e das estudantes de origem popular.

Danilo kamarov, feop/se
representante nacional do feop

PARA FAZER CONEXÕES

O Conexões de Saberes - Regional Nordeste (Pró-reitores, técnicos, professores, coordenadores, estudantes, FEOP e Observatório de Favelas), reunido nos dias 30 e 31 de julho de 2009 na PROEXT-UFBA (Salvador/Bahia), após análise do Edital nº 11/MEC/SECAD/2009, reconhece o avanço na institucionalização das políticas de permanência qualificada em relação a articulação entre extensão, pesquisa e ações afirmativas através do referido documento, no entanto, no intuito de que a execução do Programa 2009/2010 seja viabilizada, em consonância com as condições institucionais e estudantis, faz as seguintes considerações sobre o edital:

  • A permanência do estudante de origem popular na universidade, além dos aspectos citados anteriormente, também diz respeito a condições socioeconômicas que garantam auxílio financeiro de maneira a permitir que ele possa investir de maneira qualificada e continuada em sua formação. Condição não prevista no edital.

  • A participação de professores e técnicos no Programa em caráter “colaborativo” ignora a dimensão do trabalho social, profissional e acadêmico destes sujeitos.

  • A ausência de indicativos nos limites orçamentários no que concerne aos elementos de despesa e aos valores mínimo e máximo para execução de cada projeto, gerando uma indefinição política, metodológica e operacional, interfere na unidade de indicadores necessários para avaliação da política pública de permanência.

Em face do exposto, solicitamos a apreciação das questões acima levantadas, por parte da SECAD, dos pró-reitores de extensão, decano(a)s, demais coordenadores e estudantes, uma vez que consideramos que elas inviabilizam política e tecnicamente as IFES atenderem ao referido edital.


UFBA, UFRB, UNIVASF, UFRPE, UFAL, FEOP, Observatório de Favelas do RJ

danilo, feop/se

domingo, 28 de junho de 2009

Feop/SE no Feop Unirio (RJ) 26/06/09

Não por coincidênicia e nem tão incrível assim, ao me jogar pro Rio de Janeiro acabei caindo de inocente no último dia do ciclo de debates do Feop-Unirio - que foi noticiado aqui.

Infelizmente a Unirio não tem Casa de Estudante. E aí jah está uma pauta unificada do Feop e da Sence. Vamos fortalecer a luta!

Percebi também uma certa aversão à Sence por parte das pessoas que conversei. Não sei se foi coincidencia (os dois que conversei não valorizam a sence) ou se é um pensamento generalizado entre os moradores de casas da UFRJ. É algo a se discutir.
E lá eles chamam de alojamento...

Bem, foi muito legal poder compartilhar a realidade da Unirio e contribuir com a experiência que temos em Sergipe, na UFS.

Discutimos os principais problemas da assistêcia estudantil e fomos além porque também há uma enorme deficiência na assistência ao e à estudante.
Quando receber a relatoria posto no blog, mas deixo já algumas questões
1. Não há bandejão. Apesar do compromisso durante a ocupação de 2004 (!!!) e da promessa de começar as obras que já está atrazada em 3 meses não há perspectiva de início. Pior, o projeto de Assistência à/ao Estudantes com o bandejão (restaurante para todoso os estudantes) foi alterado arbritariamente para Assistência Estudantil com o restaurante escola (atenderia apenas à/aos eop's)
2. Biblioteca defasada e burocrática demais. Isso acaba afastando os e as estudantes de lá.
3. Transporte intercampi ineficiente. Por exemplo, a aula começa 8h e o busão sai 8h!! As e os alunos chegam às 9h ¬¬ um ônibus foi comprado e não pode rodar porque não tem seguro, mas os carros da reitora foram comprados juntos e já tem seguro.
4. Não tem Residência Universitária e nem se fala nisso. Pior é a pova tem uma baita necessidade, seja quem vem de longe do RJ e mais ainda quem vem de outras cidades! É urgente abrir e fortalecer a discussão.

Tem outros pontos, mas pelo que me lembro estes são os essenciais.

Há pautas reais como restaurante e transporte e isso é um ótimo começo pro movimento estudantil.

Força na luta, todos e todas!!

danilo, feop/se
sencenne sec genero

terça-feira, 9 de junho de 2009

Ciclo de debate do Feop-unirio


Aqui tem um ótimo espaço pros movimentos Feop e Sence dialogarem no Rio de Janeiro. Parece que em breve teremos nosso espaço aqui em Sergipe (UFS).Taí a dica.

Enviado por Sabrina na lista nacional do Feop
danilo, feop/se
sencenne sec genero

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Uerj vai recorrer; alunos apoiam a direção

Miriam Leitão apoio as cotas!

Fui hoje à Uerj e lá o clima era de união para manter as cotas. Falei para uma plateia de cotistas e não cotistas e o clima geral era de susto pela decião da Justiça. A Uerj tentará reverter a liminar que suspendeu as cotas raciais. O DCE disse que concorda com a direção e a luta a favor das cotas.

A Uerj foi a primeira escola a adotar o sistema. Hoje, segundo professores com quem conversei, eles estão orgulhosos do desempenho dos cotistas e vão fazer uma ampla pesquisa para saber o resultado da política no mercado de trabalho. Eu fui lá para abrir a V Amostra de Estágios.

O que eu vi hoje lá foi uma platéia cheia da bela diversidade do Brasil: pretos, brancos, pardos, meninos, meninas, moradores de áreas diferentes do Rio, juntos, integrados, debatendo sobre riscos e oportunidades do mercado de trabalho. Uma prova viva de que conviver juntos no mesmo espaço, em pé de igualdade é o melhor remédio contra as desigualdades raciais brasileira.

A liminar, explicou o reitor, Ricardo Vieiralves de Castro, suspendeu a aplicação de uma lei que tem oito anos e às vésperas do vestibular. Se não for cassada prejudicará os estudantes que se inscreveram pelo sistema de cotas. E uma medida liminar, como se sabe não pode provocar prejuizos irreversiveis.

Sei que este assunto é polêmico, mas tenho há anos a mesma posição favorável às cotas. Já escrevi muito sobre o assunto, não vou repetir os argumentos. Já ouvi e li muitos argumentos contrários. Não me convenceram. As cotas sozinhas não vão resolver as desigualdades racias, mas são uma das armas para nos ajudar a superar o problema. Não, não acho que elas vão "implantar" o racismo no Brasil, não se implanta o que já existe. E estou convencida - fiquei hoje ainda mais - que a convivência de pessoas diversas, de áreas diferentes da cidade e da sociedade, com histórias diversas cria uma chance de menos distância social no Brasil. Na universidade que estudei só havia brancos. A que vi hoje era mais bonita, tinha mais a cara do Brasil.

As empresas modernas sabem que os times mistos são mais eficientes, que a diversidade no quadro de funcionários aumenta a capacidade de resposta da empresa aos desafios. A Uerj está fazendo a parte dela, que o mercado de trabalha entenda os novos tempos e suas chances.

http://oglobo. globo.com/ economia/ miriam/#189871
Enviado por Francisco Marcelo na lista do fneop

danilo, feop
sennece sec genero

sábado, 23 de maio de 2009

Abaixo assinado on-line pela aprovação da Lei de Extensão Universitária

Nós, abaixo-assinado, reivindicamos junto ao Congresso Nacional e Andifes a construção e aprovação de uma Política Nacional de Extensão Universitária que regulamente todos os programas e projetos de extensão desenvolvidos pelas Instituições Públicas de Ensino Superior. É importante lembrar que a ausência dessa lei tem inviabilizado a continuação de Programas importantíssimos como o Conexões de Saberes: diálogos entre a universidade e as comunidades populares. Só este programa atende diretamente a mais de 2.000 estudantes universitários de origem popular em 33 IFES e, indiretamente, cerca de 20.000 jovens, moças e rapazes, com suas ações nas comunidades populares. O Conexões de Saberes é hoje a mais importante Política de Ação Afirmativa de Permanência mantida pelo MEC nas IFES. Mas, infelizmente, corre sério risco de extinção (assim como outros programas de extensão mantidos pelo MEC) por falta de uma legislação específica que regulamente as atividades desenvolvidas pelas Pró-Reitorias de Extensão e sua conformidade com as normas e rubricas do FNDE. Se você é a favor desse abaixo-assinado favor clique no link abaixo e não permita que mais essa injustiça seja cometida contra os estudantes universitários(as) brasileiros(as) moradores(as) de espaço popular.

ASSINE AQUI:
http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/4340

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danilo, feop/se
sennece sec genero

Apoio ao Coletivo de Bolsistas na ocupação da reitoria da UEFS/BA

23 de maio de 2009

O FEOP – Fórum de Estudantes de Origem Popular apoia plenamente a atuação do Coletivo de Bolsistas da UEFS que desde o dia 14/05/09 tem ocupado a reitoria da Universidade Estadual de Feira de Santana (BA).

O descaso que alguns gestores das universidades públicas tem tratado os/as estudantes de origem popular é de tamanha gravidade que até mesmo o diálogo real só tem sido possível depois de ações mais intensas.

A assistência estudantil é um direito voltado para garantir a permanência e a conclusão qualificada das/os estudantes. E como direito que é deve ser reconhecido como tal. Direito não se negocia, não se pede. Direito se conquista e se mantem na luta.

O FEOP reforça a importância de ações como essa, pois esta situação é recorrente em diversas universidade do Brasil. E onde aconteçer descaso dos gestores e onde não houver diálogo real que a ação do Coletivo de Bolsistas da UEFS sirva de exemplo.

Parabéns e força na luta!


FEOP – Fórum de Estudantes de Origem Popular
Feop.blogspot.com
feopbrasil@gmail.com

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danilo feop/se

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Momento Histórico na UEFS

Bolsista entram em Greve e OCUPAM a Reitoria da UEFS.

Vejam mais detalhes nos links abaixo:

Fotos da Ocupação:
http://picasaweb.google.com/coletivobolsistauefs/Ocupacaoreitoriauefs

Vídeo da TV SUBAÉ:
http://www.youtube.com/watch?v=nqpzNLipYxw

Noticiário:
http://www.atarde.com.br/cidades/noticia.jsf?id=1149337


Retirado do blog da ocupacao
http://coletivodebolsistasuefs.blogspot.com/


danilo, feop/se

Negociações avançam na UEFS!

Nota Pública do Comando de Ocupação
Feira de Santana, 20 de maio de 2009

Viemos informar que no dia 19 de maio de 2009 foram reabertas as negociações com o comando de ocupação tanto com a administração da UEFS quanto com o governo do estado, na figura do secretário de educação. Internamente, as negociações se encontram nas seguintes condições: foram entregues e apresentadas as propostas de minutas das bolsas auxilio especial, arte e cultura, extensão, monitoria e estágio acadêmico para a reitoria. A nossa atual reivindicação para esse ponto (proposta de minutas) é a realização de um CONSEPE extra-ordinário, na próxima semana, com pauta principal “apreciação das propostas de minutas” para que haja tanto a discussão na comunidade universitária sobre a nossa proposta quanto a devida apreciação. Externamente, as negociações se encontram nas seguintes condições: o secretário de educação aceitou a primeira proposição – marcou uma reunião de negociação para o dia 10 de junho, 9h, no prédio da reitoria, e estamos no aguardo das propostas do estado para as outras pautas para antes do dia 10 de junho. As pautas são: ampliação do valor e quantidade de bolsas, revogação da lei 7.176/97 e dia fixo e garantia do pagamento das bolsas.

É valido também informar que os seguintes setores estão em funcionamento na reitoria (a partir de uma solicitação da administração central e que o comando de ocupação compreendeu que no avanço das negociações são admissíveis): funcionamento do setor de recursos humanos e setor de pessoal até está quarta (20/05), em função dos prazos para a entrega de documentação do enquadramento dos servidores, sendo que isto viabiliza a progressão e promoção na carreira. É importante ressaltar que esta também foi uma solicitação do SINTEST, sindicato este que está se solidarizando com a ocupação e manifestação dos bolsistas; funcionamento por dois dias e doze horas (a contar das 15h do dia 19 de maio) dos setores responsáveis por viabilizar as formaturas da semana em curso; funcionamento da Divisão de Assuntos Acadêmicos (apenas o setor que efetua a matrícula de sétima chamada) sendo que esta tarefa será executada fora do espaço físico da reitoria, ou seja, o setor será liberado apenas para o recolhimento do material necessário. A liberação ocorrerá na sexta-feira (22/05).

Comando de Ocupação

Coletivo de Bolsistas da UEFS
coletivobolsistauefs@gmail.com
http://coletivodebolsistasuefs.blogspot.com/

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retirado do blog
http://contrapontoba.blogspot.com/2009/05/negociacoes-avancam-na-uefs.html
enviado por Rafael Digal na lista da Femeh

danilo, feop/se